Aqui você encontrará publicações próprias do Fundo Amazônia. 

Quadro Lógico - Fundo Amazônia - versão de 2017
Este documento é uma versão revisada do quadro lógico do Fundo Amazônia, divulgado em 2010. Essa versão considera ajustes decorrentes das mudanças na dinâmica do desmatamento e nas ênfases das políticas públicas, especialmente o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAm, que teve uma nova fase divulgada ao final de 2016. A experiência com o monitoramento e avaliação de impactos dos projetos apoiados pelo Fundo Amazônia também ensejou aperfeiçoamentos, como a revisão de indicadores de efetividade e dos principais riscos que podem afetar seu sucesso. Foram também introduzidos ajustes na terminologia utilizada, tornando-a mais compatível com as ações que o Fundo Amazônia apoia e harmonizandoa com os conceitos utilizados pelo BNDES em seus procedimentos de monitoramento e avaliação dos demais projetos e programas que financia. 

Amazônia em Debate: Oportunidades, desafios e soluções
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, gestor do Fundo Amazônia, convidou especialistas e acadêmicos ligados ao meio ambiente para contribuir com ideias voltadas para o desenvolvimento, a conservação e a preservação da região Amazônica.  

Quadro Lógico - Fundo Amazônia - versão de 2010
O Quadro Lógico, também conhecido como Matriz Lógica ou de Resultados, é uma ferramenta gerencial utilizada para assegurar que as ações apoiadas contribuam para o objetivo geral de um programa, sendo muito útil para o monitoramento dos impactos de suas atividades. Este documento foi elaborado por técnicos de diferentes áreas do BNDES, tendo sido apresentado para comentários e críticas a diversos especialistas de diferentes Instituições. Entre os interlocutores externos consultados, podem ser mencionados os seguintes:  a agência de cooperação técnica da Noruega (NORAD), a agência de cooperação técnica da Alemanha (GTZ), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA).